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Fim de contrato antecipado faz Disney+ eliminar mais de 80 longas-metragens sem aviso

O levantamento, divulgado inicialmente pelo portal Guia Disney+ Brasil, confirmou que a plataforma efetuou a maior remoção de longas-metragens da sua história. O corte afetou o streaming à escala global e reduziu o catálogo em território brasileiro para apenas 2.038 títulos disponíveis, o menor número de opções registado desde a estreia do serviço no país.

Ao contrário do que acontece em outras limpezas de catálogo rotineiras motivadas por baixa audiência, esta debandada em massa deveu-se a uma antecipação da rescisão contratual com a New Regency, uma produtora independente que detém os direitos de transmissão originais de todas as produções afetadas, encerrando de forma abrupta um acordo de distribuição que havia sido herdado pela Disney após a histórica aquisição da 20th Century Fox em 2019 e que estava previsto para terminar apenas em dezembro de 2026, embora as duas empresas tenham decidido finalizar a parceria sete meses antes do prazo legal sem divulgar oficialmente as razões estratégicas por trás da decisão.

Grandes Produções Eliminadas

Entre os títulos perdidos, destacam-se grandes obras aclamadas pelo público e pela crítica, tais como:

  • Bohemian Rhapsody (2018): A cinebiografia de Freddie Mercury que rendeu o Óscar de Melhor Ator a Rami Malek.
  • Clube da Luta (1999): O icónico e subversivo clássico de David Fincher protagonizado por Brad Pitt e Edward Norton.
  • Garota Exemplar (2014) e Garota Interrompida: Suspenses de grande apelo popular.
  • Sagas Completas: Toda a franquia de animação e live-action de Alvin e os Esquilos e a trilogia de comédia Vovó… Zona.
  • Épicos e Ficção Científica: Filmes como O Regresso (que deu o Óscar a Leonardo DiCaprio), Ad Astra, Noé, Sr. & Sra. Smith e Assassin’s Creed.

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